O Sol vai destruir a Terra mais cedo do que você imagina

Há muitas maneiras de como a Terra poderia ser destruída. Ela poderia colidir com outro planeta, ser engolida por um buraco negro, ou recebe impactos de asteroides. Não há realmente nenhuma maneira de saber qual cenário apocalíptico será a causa da morte do nosso planeta.
Mas uma coisa é certa – mesmo que a Terra passasse o resto de suas eras escapando de ataques alienígenas, esquivando de rochas espaciais, evitando um apocalipse nuclear, chegará um dia em que nosso próprio Sol acabará por nos destruir. E, como Jillian Scudder, um astrofísico da Universidade de Sussex, explicou, esse dia pode vir mais cedo do que pensávamos.


O Sol sobrevive pela queima de átomos de hidrogênio em átomos de hélio em seu núcleo. E só neste processo, ele queima 600 milhões de toneladas de hidrogênio a cada segundo. E, como o núcleo do Sol torna-se saturado com este hélio, ele encolhe, causando reações de fusão nuclear para acelerar – o que significa que o Sol cospe mais energia. Isso significa que, para cada 1 bilhão de anos, o Sol fica 10% mais brilhante.

Enquanto 10% pode não parecer muito, essa diferença pode ser catastrófica para o nosso planeta. Esse aumento significa que em 3,5 bilhões de anos a partir de hoje, o Sol vai brilhar quase 40% a mais, que vai ferver oceanos da Terra, derreter suas calotas de gelo, e tirar toda a umidade de sua atmosfera. Nosso planeta, uma vez cheio de vida, irá se tornar um lugar insuportavelmente quente, seco e estéril – como Vênus.


Fonte: misteriosdoespaco

Venha assistir os mistérios, conspirações e muito mais em nosso Canal Ufologia LanDroid  Sugestões abaixo. 



O Caso Ubatuba

Venha conferir esse caso Ufológico bem interessante !!!

CDC - Ufologia Landroid.

Fonte da Introdução: Portal Fenomenum

Assista o video abaixo e não esqueça, de se inscrever no Canal Ufologia Landroid 

Venha assistir os mistérios, conspirações e muito mais em nosso Canal Ufologia LanDroid  Sugestões abaixo. 



Donald Trump financia NASA e torna oficial a missão Marte 2033


Se já não bastasse começar seu mandato com baixos níveis de popularidade, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda foi forçado a cortar o orçamento de algumas agências federais. Mas esse não é o caso da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos. Trump assinou no início desta semana uma lei que prevê o início de missões tripuladas para Marte a partir da década de 2030.
A lei possui o longo nome de Ato de Autorização de Transição da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço de 2017. Ela prevê uma ajuda no orçamento da Nasa, para que ela consiga enviar missões tripuladas ao planeta vermelho até 2033.
Vale lembrar que o ex-presidente Barack Obama também teve a ideia, ainda que um pouco vaga, de enviar missões tripuladas para Marte durante seu mandato, e também estipulou o prazo de 2030 para que isso acontecesse.

Primeiro teste na Lua

(Foto: Getty Images)

 

A lei irá ajudar a financiar o desenvolvimento da Orion, uma cápsula espacial que tem como objetivo levar humanos a lugares do espaço que jamais foram visitados por nós. Ela estará no topo do Sistema de Lançamento Espacial (SLS, na sigla em inglês), um foguete que já descrito pela Nasa como o mais poderoso já construído.
A primeira ideia da Nasa é fazer um teste na Orion com uma pequena missão até a órbita da Lua. Em suma, ela funcionará da seguinte maneira: A Orion, ainda acoplada ao foguete de lançamento, orbitará a Terra duas vezes para ganhar velocidade e ser lançada para a Lua (e nesse momento, ela será desacoplada do foguete). Ela dará uma volta no nosso satélite, e aproveitará sua atração gravitacional para retornar ao planeta, como uma espécie de estilingue.

Orion fará pequena missão até a órbita da Lua (Foto: Nasa)

Ainda é muito cedo para saber se a missão para Marte acontecerá da mesma forma. Muitos estudos e financiamentos devem ser feitos para isso. Vale lembrar que a Lua está a 384.400 km da Terra, enquanto que Marte está distante 225 milhões de quilômetros do nosso planeta.

Projetos dentro do planeta cancelados

 Enquanto que o governo americano planeja bancar missões no espaço, parece que o mesmo não irá acontecer com a Terra em si. Recentemente, foram cancelados quatro projetos que a Nasa planejava fazer dentro de nosso próprio planeta.

Todos eles eram voltados para o estudo das mudanças climáticas dentro da Terra. Como, por exemplo, o Observatório Orbital de Carbono 3 (OCO-3, na sigla em inglês) e o Observatório Climático do Espaço Profundo.
Pouco após ser eleito, Donald Trump já havia deixado claro que o governo não iria mais bancar pesquisas da Nasa voltadas para mudanças climáticas. Vale lembrar que durante sua campanha, o presidente americano disse que o aquecimento global era “conto dos chineses”, e apoiou a saída dos EUA do Acordo de Paris, um tratado para diminuir as emissões de dióxido de carbono até 2020.

Fonte: acrediteounao.com 



Venha assistir os mistérios, conspirações e muito mais em nosso Canal Ufologia LanDroid  Sugestões abaixo. 



Por que a Nasa quer levar batatas para Marte

Em parceria com centro de estudos peruano, agência espacial americana quer saber se é possível cultivar tubérculo no planeta vermelho.

Para pesquisadores, batatas poderiam alimentar uma futura colônia humana em Marte

Pouco sabemos sobre os detalhes da viagem que, em algum momento do futuro, levará o primeiro explorador humano a Marte. Porém, é bem possível que a batata peruana figure na dieta desse astronauta pioneiro.

A Nasa (agência especial americana), em conjunto com o Centro Internacional da Batata (CIP, na sigla em espanhol), com sede no Peru, está fazendo experimentos para descobrir como se desenvolveriam os tubérculos peruanos em solo marciano.
Para isso, deram início a um cultivo experimental de batata em condições que simulam as do planeta vermelho.

Segundo as instituições, na Terra há poucos lugares para o teste melhores que o deserto de Pampas de la Joya, no Peru, na fronteira com o Chile.
"São solos vulcânicos que não contêm nenhuma forma de vida, assim como em Marte", afirmou à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Joel Ranck, chefe de comunicações do CIP.

Dieta para todos

Além das paisagens "marcianas", há outro motivo que torna o Peru o local ideal para fazer experimentos com batatas.

"Aqui temos 4,5 mil variedades de batata. Por isso, o Peru é um lugar muito bom para descobrir qual delas melhor se ajustaria às condições de Marte", afirma o porta-voz da CIP, instituição que faz parte de uma rede internacional de centros de investigação agrícola.

Na primeira fase do experimento, Julio Valdivia, um cientista peruano afiliado à Nasa, colherá amostras do solo desértico e entregará aos laboratórios da CIP, onde até nove tipos de batata serão testados nessas condições severas.

A partir daí, será usada uma tecnologia desenvolvida pela Nasa para replicar também as condições atmosféricas de Marte, e ver que efeitos elas teriam sobre as plantas.
A ideia é deixar os astronautas com uma boa ideia do quão viável seria a colonização agrícola do planeta com esse tipo de cultivo.

Laboratórios da CIP têm amostras de mais de 4 mil tipos de batata (Foto: CIP/BBC)

Hollywood

Trata-se de uma ideia que, de alguma maneira, está na moda graças a Hollywood.
É exatamente isso que faz o personagem de Matt Damon, um astronauta abandonado no planeta vermelho, no recente filme Perdido em Marte.

Para sobreviver nos meses que antecedem a chegada de uma missão de resgate, ele semeia o tubérculo em solo marciano, e assim consegue se alimentar.
 
"As batatas são uma excelente fonte de vitamina C, ferro e zinco", lembra Ranck.
"Não acreditamos que ninguém deva depender exclusivamente de um só alimento, mas a batata é muito nutritiva. Uma só, fervida, entrega a vitamina C que um adulto precisa para um dia", explica.
Segundo ele, não há dúvidas de que a batata seria uma parte importante da dieta variada e balanceada da qual necessitariam os astronautas para levar adiante suas tarefas a 225 milhões de quilômetros da Terra.

Batata congelada

Uma das variáveis que preocupam os pesquisadores é que as batatas comecem a germinar antes do tempo.

"Estimamos que a viagem a Marte leve nove meses", conta o porta-voz da CIP.
E como já sabe qualquer um que tenha armazenado batatas em casa, depois de um tempo os tubérculos começam a germinar. Por isso, a ideia seria congelá-las durante a travessia espacial.
Os experimentos que buscam responder a essas questões serão realizados na sede da CIP, em Lima, e em outras localidades, incluindo o deserto.

Eventualmente também se integrarão ao time de pesquisadores especialistas e estudantes de universidades de vários países, que ajudariam a reunir os dados necessários para o estudo.
O conhecimento a ser obtido, aliás, não se limitará à aplicação em viagens interplanetárias.
"A batata é o terceiro cultivo mais importante do mundo, e é parte da dieta de quase todas as culturas humanas", explica Ranck.

Com o aquecimento global e a desertificação, fica cada vez mais importante encontrar variedades mais resistentes a condições de seca

Fonte: G1 

Gostou do blogger ? então venha conhecer o nosso Canal no Youtube:

Nanorobos poderia ser uma ameaça ?

Imagine pequenas aranhas robôs andando dentro de suas veias. Pode parecer parte de uma ficção científica, mas cientistas da Universidade...