O Caso Ubatuba

Venha conferir esse caso Ufológico bem interessante !!!

CDC - Ufologia Landroid.

Fonte da Introdução: Portal Fenomenum

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Donald Trump financia NASA e torna oficial a missão Marte 2033


Se já não bastasse começar seu mandato com baixos níveis de popularidade, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda foi forçado a cortar o orçamento de algumas agências federais. Mas esse não é o caso da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos. Trump assinou no início desta semana uma lei que prevê o início de missões tripuladas para Marte a partir da década de 2030.
A lei possui o longo nome de Ato de Autorização de Transição da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço de 2017. Ela prevê uma ajuda no orçamento da Nasa, para que ela consiga enviar missões tripuladas ao planeta vermelho até 2033.
Vale lembrar que o ex-presidente Barack Obama também teve a ideia, ainda que um pouco vaga, de enviar missões tripuladas para Marte durante seu mandato, e também estipulou o prazo de 2030 para que isso acontecesse.

Primeiro teste na Lua

(Foto: Getty Images)

 

A lei irá ajudar a financiar o desenvolvimento da Orion, uma cápsula espacial que tem como objetivo levar humanos a lugares do espaço que jamais foram visitados por nós. Ela estará no topo do Sistema de Lançamento Espacial (SLS, na sigla em inglês), um foguete que já descrito pela Nasa como o mais poderoso já construído.
A primeira ideia da Nasa é fazer um teste na Orion com uma pequena missão até a órbita da Lua. Em suma, ela funcionará da seguinte maneira: A Orion, ainda acoplada ao foguete de lançamento, orbitará a Terra duas vezes para ganhar velocidade e ser lançada para a Lua (e nesse momento, ela será desacoplada do foguete). Ela dará uma volta no nosso satélite, e aproveitará sua atração gravitacional para retornar ao planeta, como uma espécie de estilingue.

Orion fará pequena missão até a órbita da Lua (Foto: Nasa)

Ainda é muito cedo para saber se a missão para Marte acontecerá da mesma forma. Muitos estudos e financiamentos devem ser feitos para isso. Vale lembrar que a Lua está a 384.400 km da Terra, enquanto que Marte está distante 225 milhões de quilômetros do nosso planeta.

Projetos dentro do planeta cancelados

 Enquanto que o governo americano planeja bancar missões no espaço, parece que o mesmo não irá acontecer com a Terra em si. Recentemente, foram cancelados quatro projetos que a Nasa planejava fazer dentro de nosso próprio planeta.

Todos eles eram voltados para o estudo das mudanças climáticas dentro da Terra. Como, por exemplo, o Observatório Orbital de Carbono 3 (OCO-3, na sigla em inglês) e o Observatório Climático do Espaço Profundo.
Pouco após ser eleito, Donald Trump já havia deixado claro que o governo não iria mais bancar pesquisas da Nasa voltadas para mudanças climáticas. Vale lembrar que durante sua campanha, o presidente americano disse que o aquecimento global era “conto dos chineses”, e apoiou a saída dos EUA do Acordo de Paris, um tratado para diminuir as emissões de dióxido de carbono até 2020.

Fonte: acrediteounao.com 



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Por que a Nasa quer levar batatas para Marte

Em parceria com centro de estudos peruano, agência espacial americana quer saber se é possível cultivar tubérculo no planeta vermelho.

Para pesquisadores, batatas poderiam alimentar uma futura colônia humana em Marte

Pouco sabemos sobre os detalhes da viagem que, em algum momento do futuro, levará o primeiro explorador humano a Marte. Porém, é bem possível que a batata peruana figure na dieta desse astronauta pioneiro.

A Nasa (agência especial americana), em conjunto com o Centro Internacional da Batata (CIP, na sigla em espanhol), com sede no Peru, está fazendo experimentos para descobrir como se desenvolveriam os tubérculos peruanos em solo marciano.
Para isso, deram início a um cultivo experimental de batata em condições que simulam as do planeta vermelho.

Segundo as instituições, na Terra há poucos lugares para o teste melhores que o deserto de Pampas de la Joya, no Peru, na fronteira com o Chile.
"São solos vulcânicos que não contêm nenhuma forma de vida, assim como em Marte", afirmou à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Joel Ranck, chefe de comunicações do CIP.

Dieta para todos

Além das paisagens "marcianas", há outro motivo que torna o Peru o local ideal para fazer experimentos com batatas.

"Aqui temos 4,5 mil variedades de batata. Por isso, o Peru é um lugar muito bom para descobrir qual delas melhor se ajustaria às condições de Marte", afirma o porta-voz da CIP, instituição que faz parte de uma rede internacional de centros de investigação agrícola.

Na primeira fase do experimento, Julio Valdivia, um cientista peruano afiliado à Nasa, colherá amostras do solo desértico e entregará aos laboratórios da CIP, onde até nove tipos de batata serão testados nessas condições severas.

A partir daí, será usada uma tecnologia desenvolvida pela Nasa para replicar também as condições atmosféricas de Marte, e ver que efeitos elas teriam sobre as plantas.
A ideia é deixar os astronautas com uma boa ideia do quão viável seria a colonização agrícola do planeta com esse tipo de cultivo.

Laboratórios da CIP têm amostras de mais de 4 mil tipos de batata (Foto: CIP/BBC)

Hollywood

Trata-se de uma ideia que, de alguma maneira, está na moda graças a Hollywood.
É exatamente isso que faz o personagem de Matt Damon, um astronauta abandonado no planeta vermelho, no recente filme Perdido em Marte.

Para sobreviver nos meses que antecedem a chegada de uma missão de resgate, ele semeia o tubérculo em solo marciano, e assim consegue se alimentar.
 
"As batatas são uma excelente fonte de vitamina C, ferro e zinco", lembra Ranck.
"Não acreditamos que ninguém deva depender exclusivamente de um só alimento, mas a batata é muito nutritiva. Uma só, fervida, entrega a vitamina C que um adulto precisa para um dia", explica.
Segundo ele, não há dúvidas de que a batata seria uma parte importante da dieta variada e balanceada da qual necessitariam os astronautas para levar adiante suas tarefas a 225 milhões de quilômetros da Terra.

Batata congelada

Uma das variáveis que preocupam os pesquisadores é que as batatas comecem a germinar antes do tempo.

"Estimamos que a viagem a Marte leve nove meses", conta o porta-voz da CIP.
E como já sabe qualquer um que tenha armazenado batatas em casa, depois de um tempo os tubérculos começam a germinar. Por isso, a ideia seria congelá-las durante a travessia espacial.
Os experimentos que buscam responder a essas questões serão realizados na sede da CIP, em Lima, e em outras localidades, incluindo o deserto.

Eventualmente também se integrarão ao time de pesquisadores especialistas e estudantes de universidades de vários países, que ajudariam a reunir os dados necessários para o estudo.
O conhecimento a ser obtido, aliás, não se limitará à aplicação em viagens interplanetárias.
"A batata é o terceiro cultivo mais importante do mundo, e é parte da dieta de quase todas as culturas humanas", explica Ranck.

Com o aquecimento global e a desertificação, fica cada vez mais importante encontrar variedades mais resistentes a condições de seca

Fonte: G1 

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Existe um lugar da Terra mais atingido por meteoritos ?

Chuva de meteoros Perseidas ilumina a noite em Utah, nos Estados Unidos

Ao longo do ano, o planeta Terra é bombardeado por toneladas de fragmentos vindos do espaço —como pedaços de rochas e metais de asteroides, cometas e até mesmo de planetas —, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana).

Aqueles fragmentos que conseguem chegar até a superfície sem antes se desintegrarem completamente devido ao atrito com os gases da atmosfera da Terra, passam a ser chamados de meteoritos. Alguns são minúsculos, mas outros podem pesar toneladas, como o meteoro que explodiu em 2013, nas proximidades da cidade de Chelyabinsk, na Rússia. O meteorito com uma massa estimada de 10 toneladas deixou mais de 500 pessoas feridas por conta da onda de choque gerada pela entrada do meteoro na atmosfera

Buraco circular mostra o local em que caiu um meteorito na Rússia em 2013

Em 1908, um meteorito de grandes dimensões já tinha atingido o país, próximo do vale do rio Tunguska, destruindo uma área de floresta do tamanho aproximado da cidade de São Paulo.
Onde cai mais? Então, com tais registros, podemos dizer que a Rússia é um dos locais mais atingidos por meteoritos na Terra? Bem, a resposta é não. De acordo com os cientistas, não existe um lugar no planeta em que há uma tendência maior ou menor para um meteorito cair. Eles caem aleatoriamente e isso pode acontecer em qualquer ponto e a qualquer momento.

Por isso, para os estudiosos, a extensão do território e o acaso são as principais explicações para o "azar" russo. "Para saber se um meteoro de fato chegou à superfície, é preciso ter visto ele cair
do céu ou encontrar o fragmento no solo. Assim, a tendência é que se encontre muito mais meteoritos em locais mais povoados. Mas isso não significa que eles não tenham caído em uma área de floresta densa, por exemplo. Mas ninguém viu, ninguém achou", explica Maria Elizabeth Zucolotto,

professora e pesquisadora especialista no tema do Museu Nacional do Rio de Janeiro
A professora cita ainda que é comum afirmarem que as quedas são mais frequentes entre os meses de julho e agosto. "Mas também se especula que é porque são meses de verão nos países desenvolvidos e com mais pessoas nas ruas"

Meteorito em exposição no Museu de História Natural de Paris
Onde estão? 

Em 2013, o site CartoDB, especializado em geolocalização, fez um mapa mostrando todos os lugares onde quedas de meteoritos e meteoros foram

oficialmente registradas —seja os encontrados em terra ou aqueles cuja descida foi presenciada. O mapa foi criado a partir dos dados da Meteoritical Society, um grupo internacional que registra todos os meteoritos reconhecidos pela comunidade científica. Na época, a lista contava com pouco menos de 35 mil registros. O resultado foi uma distribuição que vai ao encontro à explicação da professora,
relativamente uniforme e mais próxima de áreas povoadas, como é o caso dos Estados Unidos e países da Europa.

Deserto, frio e mar

Além de lugares povoados, duas regiões terrestres são conhecidas como verdadeiras "minas" de meteoritos: os desertos e a Antártida. Nesses ambientes, o processo que modifica as características das rochas acontece mais lentamente  o que preserva os meteoritos por mais tempo. Há outro fator: na Antártida, por exemplo, é mais fácil detectar um meteorito que caiu há pouco tempo, por conta do contraste entre sua crosta de fusão que é escura e o gelo, que é claro. Além disso, também é preciso levar em conta que boa parte dos fragmentos caem nos mares e oceanos, uma vez que 70% da superfície da Terra é coberta pela água

O meteorito do Bendegó foi encontrado no sertão da Bahia e pesa 5,36 toneladas. Ele está no Museu Nacional desde 1888
pesquisadora especialista no tema do Museu Nacional do Rio de Janeiro; Nasa (Agência Espacial Norte-Americana); www.meteoritos.com.br; The Meteoritical Society... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/03/07/existe-um-lugar-da-terra-que-e-mais-atingido-por-meteoritos.htm?cmpid=copiaecola
pesquisadora especialista no tema do Museu Nacional do Rio de Janeiro; Nasa (Agência Espacial Norte-Americana); www.meteoritos.com.br; The Meteoritical Society... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/03/07/existe-um-lugar-da-terra-que-e-mais-atingido-por-meteoritos.htm?cmpid=copiaecola
pesquisadora especialista no tema do Museu Nacional do Rio de Janeiro; Nasa (Agência Espacial Norte-Americana); www.meteoritos.com.br; The Meteoritical Society... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/03/07/existe-um-lugar-da-terra-que-e-mais-atingido-por-meteoritos.htm?cmpid=copiaecola

pesquisadora especialista no tema do Museu Nacional do Rio de Janeiro; Nasa (Agência Espacial Norte-Americana); www.meteoritos.com.br; The Meteoritical Society... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/03/07/existe-um-lugar-da-terra-que-e-mais-atingido-por-meteoritos.htm?cmpid=copiaecola
 E no Brasil? 

De acordo com a Meteoritical Society, o Brasil registrou 70 meteoritos em seu território (além de 6 ainda sem comprovação e 6 crateras). O mais velho e também o maior deles é o Bendegó, encontrado na Bahia, em 1784 pesando 5,36 toneladas. Segundo os registros, Minas Gerais é o Estado com maior número de registros (20). "Isso acontece pela tradição de exploração mineral do Estado. Com isso, as pessoas estão mais treinadas para encontrar e reconhecer o meteorito. Diferente da região Norte, por exemplo, que tem uma área de mais difícil acesso por conta da floresta Amazônica", diz Elizabet Mesmo o Brasil tendo quase 50% da área da América do Sul, a amostragem daqui é bem menor que países como o Chile (939) e Argentina (87), com territórios menores. Um dos fatores que dificultam a identificação e a coleta de meteoritos no Brasil está relacionado ao clima quente e ú

mido, que modifica rapidamente o aspecto desses corpos, confundindo-os com rochas comuns, e as extensas áreas cobertas por mata nativa 


Outro ponto está relacionado à falta de informação da população e a dificuldade para identificar os meteoritos. "Já recebi uma amostra de meteorito que estava há 20 anos dentro de um galpão e ninguém fazia ideia de que podia ser um", diz Elizabeth. 


Como identificar um meteorito?

Se você ficou na dúvida se já viu um meteorito e "passou batido", existem algumas dicas para saber como identificá-lo: 

1. Eles são pesados - em geral, são um pouco ou muito mais pesados que uma rocha terrestre do mesmo tamanho

2. São atraídos por ímãs - praticamente todos os meteoritos são atraídos por ímã, mas não são magnéticos. 


3. Lixe uma partezinha - geralmente, o interior do meteorito tem uma cor de aço.

Também é possível tirar uma foto da pedra e enviar para o setor de Meteorítica do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Especialista e fontes consultadas: Maria Elizabeth Zucolotto, professora e pesquisadora especialista no tema do Museu Nacional do Rio de Janeiro; 


Nasa (Agência Espacial Norte-Americana); www.meteoritos.com.br; The Meteoritical Society 

Fonte: noticias.uol

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O que está acontecendo com a água do Brasil? A NASA sabe...


Até alguns anos atrás o suprimento de água do Brasil parecia inesgotável, e quase ninguém se preocupava com esse importante recurso. Mas a situação mudou repentinamente, e agora a crise hídrica parece mais forte do que nunca, e o pior é que parece que ela veio para ficar...

No Brasil, infelizmente, são poucos os estudos a esse respeito, e além de aumentos na conta de água e racionamentos velados, os governos não parecem estar se esforçando para entender o que realmente está acontecendo. Mas do outro lado do continente os cientistas estão se dedicando a entender esse fenômeno.


 Recentemente a NASA revelou os resultados de um estudo que utilizou dados dos satélites 'Gravity Recovery e Climate Experiment' (GRACE) da agência espacial americana, e conseguiu traçar com bastante precisão a movimentação da água pelo nosso país entre 2002 e 2015.

Os equipamentos medem intensidades de campos magnéticos de água e gelo, e dessa forma conseguem rastrear as massas de água do planeta, inclusive no subterrâneo.

Augusto Getirada, hidrologista do Centro de Voo Espacial Goddard da Nasa, explicou que é fundamental entender a quantidade de água que está faltando, e determinar quando exatamente essa seca começou, para que possamos entender o que está acontecendo.

E segundo ele, isso é fundamental para um país que tem 75% de sua matriz energética dependente de recursos hídricos, já que dependemos basicamente de hidrelétricas.


No vídeo da NASA vemos a movimentação das massas de água pelo país. Os satélites mostram em azul as regiões que tiveram aumento na quantidade de água, e em vermelho onde houve diminuição. As regiões Norte, Centro-oeste, e Sul registraram aumento dos níveis de água.

Já as regiões Nordeste e principalmente Sudeste mostram níveis alarmantemente baixos, registrando perdas de pelo menos 56 trilhões de litros em suas reservas.

Fonte: curtoecurioso

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Jovem desaparecido no Acre deixa estátua de 20 mil reais e mensagens enigmáticas

Bruno está desaparecido desde segunda-feira/Foto: Arquivo pessoal
O estudante de psicologia da Uninorte, Bruno Silva Borges, de 24 anos, que está desaparecido desde a tarde de segunda-feira (27), na cidade de Rio Branco, ainda não foi encontrado pela família, que usa as redes sociais


para buscar informações que possam levar ao paradeiro do jovem.
O empresário Athos Borges, pai de Bruno, contou à imprensa que o filho saiu de casa usando apenas uma bermuda listrada e camiseta branca. Segundo, Athos, o celular do filho está desligado e ninguém tem notícias.



Supostos investigadores da polícia entraram no quarto de Bruno para conseguir alguma pista, e fizeram um vídeo onde mostra algumas escritas na parede e chão do imóvel, além de quadros e objetos que estão associados ao ocultismo e alquimia.

Durante a gravação é possível ver no centro do quarto uma estátua do filósofo e teólogo Giordano Bruno avaliada em R$ 20 mil reais, segundo a própria mãe do jovem. Bruno é admirador do pensador que foi morto na fogueira santa em 1600 D.C pela inquisição por questionar erros teológicos.

Estátua do filósofo e teólogo Giordano Bruno

Além da imagem, é possível notar folhas coladas no chão e parede com escrita enigmática, símbolos de religiões consideradas pagãs e sociedades secretas e uma pintura onde o jovem aparece ao lado de um ET.

O vídeo foi amplamente divulgado nas redes sociais e virou destaque nos sites nacionais de ocultismo e curiosidades. Em um desses portais, um dos leitores afirma ter decifrado trecho de um texto escrito em uma das paredes do quarto de Bruno: Confira a tradução:

“CAMINHO DIFÍCIL

 Por milhares de anos o ser humano vem tentando encontrar respostas para perguntas como “qual o sentido da vida”? A filosofia que ao que tudo indica, parece ter se iniciado com Tales de Mileto em meados de 700 a.C. visa encontrar vestígios de perguntas sem respostas. A pesquisa profunda pela verdade absoluta advém da filosofia, e quando falamos a respeito de caminhos fáceis ou difíceis estamos nos referindo a esse tipo de teorema.
 
É fácil aceitar o que desde criança te ensinaram que é errado. Difícil é quando adulto, entender que te ensinaram errado o que desde criança você suspeitou que fosse correto. Em outras palavras, se você se enquadra em algum cujos estímulos do meio lhe determinaram certo comportamento, fazendo com que estivesse a mercê de crenças já providas e bem estabelecidas em dogmas e rituais, com uma massa concentrada de pessoas nela; ou permitindo-o ficar no 

conformismo, aceitando o conceito de felicidade e de sentido da vida embutido pela mídia e pela sociedade, então claramente você faz parte do caminho fácil para a busca pela verdade absoluta.
Acaso se enquadra na segunda opção, ou seja, aquele que suspeitava de todo conjunto de crenças que lhe foi enraizado, então este tem tudo para ser um investigador da veracidade nas coisas ao seu redor, entrando em um caminho mais complicado, no qual uma minoria se arrisca ou enfrenta com bravura”.

Fonte: afolhadoacre

 

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Astrônomos alemães divulgam imagem de 46 bilhões de pixels da Via Láctea


Uma grande variedade de tons de verde sobre um fundo negro estrelado chama a atenção em um primeiro olhar da maior imagem já registrada da Via Láctea, com 46 bilhões de pixels, resultado de cinco anos de observações astronômicas. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bochum, na Alemanha, liderada

pelo professor Rolf Chini, recopilou as imagens e criou uma ferramenta online (http://gds.astro.rub.de) para poder "navegar" pela Via Láctea por meio da enorme fotografia.
Durante o período, os astrônomos fizeram um acompanhamento da nossa galáxia na busca de objetos com resplendor variável, segundo um comunicado divulgado pela Universidade de Bochum.
Esses objetos poderiam ser, por exemplo, estrelas em frente aos planetas que passavam ou sistemas múltiplos nas quais estrelas orbitam entre si, por isso obscurecem umas às outras
Os astrônomos fizeram imagens do céu com os telescópios que a universidade mantém no Deserto do Atacama, no Chile, e localizaram 50 mil novos objetos de resplendor variável que não tinham sido registrados até o momento.

ue os especialistas observaram é tão grande que eles tiveram que dividi-la em 268 seções. Imagens de cada uma delas foram feitas com intervalos de vários dias e, através da comparação, o grupo foi capaz de identificar os objetos  de resplendor variável. A equipe uniu as imagens individuais de cada uma das partes estudadas para formar uma imagem global. Após um período de cálculo de várias semanas, criaram um arquivo 194 gigabytes no qual foram introduzidas fotos capturadas com diferentes filtros

Assim, as imagens divulgadas pela universidade mostram pequenas seções da Via Láctea, nas quais podem ser vistas a estrela Eta Carinae, situada na constelação Quillla, ou da nebulosa MB 8, onde se destaca uma grande paleta de tons de verde. A ferramenta online permite que os internautas busquem objetos celestes concretos para obter visões gerais da Via Láctea ou até mesmo dar "zoom" em áreas específicas.

Fonte: noticias.uol

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de verde. A ferramenta online permite que os internautas busquem objetos celestes concretos para obter visões gerais da Via Láctea ou até mesmo dar "zoom" em áreas específicas.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2015/10/22/astronomos-alemaes-divulgam-imagem-de-46-bilhoes-de-pixels-da-via-lactea.htm?cmpid=copiaecola

de verde. A ferramenta online permite que os internautas busquem objetos celestes concretos para obter visões gerais da Via Láctea ou até mesmo dar "zoom" em áreas específicas.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2015/10/22/astronomos-alemaes-divulgam-imagem-de-46-bilhoes-de-pixels-da-via-lactea.htm?cmpid=copiaecola

Mapa permite estimar idade das estrelas da Via Láctea

Foto da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) mostra o centro da Via Láctea

Astrônomos conseguiram elaborar pela primeira vez um mapa que permite estimar a idade de estrelas que compõem o halo da Via Láctea. Utilizando dados de um telescópio localizado no Novo México (EUA), cientistas de todo o mundo já podem estimar idades de qualquer região da galáxia, usando somente singelas variações nas cores das estrelas

Com a elaboração do mapa, algumas "incertezas" que até então existiam sobre a formação da Via Láctea poderão ser mais bem definidas. Isso porque o halo é um ambiente que contém objetos quase tão velhos quanto o próprio universo , então compreendê-lo é importante para entender a evolução das galáxias como um todo

Uma das descobertas da pesquisa, que uniu cientistas de diversas universidades pelo mundo, é que as estrelas localizadas na região central da galáxia são as mais velhas. Essa informação confirma que, nestes modelos, a Via Láctea

se formou a partir de um colapso gravitacional de uma enorme nuvem de gás, onde as estrelas foram formadas primeiro nas regiões mais internas e depois nas regiões externas

"Nosso mapa consegue ver exatamente isso, os objetos mais próximos do centro da Galáxia têm uma idade de cerca de 13 bilhões de anos enquanto as regiões mais externas são em geral mais jovens, com cerca de 9 bilhões de anos". afirma Rafael Miloni Santucci, cientista do IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas) da USP que participou do projeto.

Mapa cronográfico de idade do halo da Galáxia
Os resultados do estudo foram compilados em um mapa cronográfico que contou com uma amostra de quase 5 mil estrelas branco-azuladas do halo, em uma fase evolutiva onde fundem hélio em carbono em seus núcleos.

"As cores das estrelas estão relacionadas com suas temperaturas, que por sua vez estão relacionadas com suas massas, sendo que estas regem seus tempos de vida", explicou Santucci. Por isso as cores estelares foram de tamanha importância na pesquisa

Para se compreender melhor, é possível observar que, por exemplo, que as estrelas de cor mais avermelhada, cujas temperaturas são mais baixas, são encontradas
predominantemente nas regiões mais externas da galáxia. "Para este tipo de estrelas, quanto mais

avermelhada a cor, mais jovem ela é. Além disso, as estrelas mais azuladas, e portanto mais velhas, são encontradas predominantemente nas regiões próximas ao centro galáctico", explicou o cientista. Outras análises Santucci conta que a primeira observação que levou em conta as cores das estrelas foi feita em 1991, pelo astrônomo norte-americano George W. Preston.

 "Na oportunidade ele analisou uma amostra de aproximadamente 150 estrelas do halo galáctico". O cientista afirma ainda que o próximo mapa cronográfico da Via Láctea será feito com base em cerca de 100 mil estrelas

Na região do halo da Galáxia ocorrem colisões com galáxias menores. Um mapa cronográfico permite identificar estas galáxias que estão sendo engolidas pela Via Láctea, estimando as suas idades e, até mesmo, outras estruturas  resultantes de colisões ou da própria formação inicial da galáxia. "Conseguimos identificar, por exemplo, um evento de destruição da pequena galáxia de Sagitário na região do halo que está ocorrendo há alguns bilhões de anos",

afirma Santucci. "É um bom exemplo de como o mapa pode ser útil, podemos avaliar não só a origem do Halo, mas também sua evolução com as diversas interações da Galáxia com outras galáxias menores no decorrer do tempo."

Fonte: noticias.uol

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Telescópio espacial capta imagem rara de morte de estrela

No fenômeno, jatos de gás e poeira são lançados em direções opostas

O telescópio espacial Hubble registrou o momento exato da morte de uma estrela, um fenômeno que os astrônomos raramente conseguem ver. A imagem mostra uma estrela, chamada de gigante vermelha, no seu estágio final

qual libera nuvens de gás e poeira para se transformar em uma nebulosa planetária. A imagem da Nebulosa Cabalash foi divulgada pela ESA e pela Nasa, as agências espaciais europeia e americana, respectivamente

Por conter muito enxofre, ela também é chamada de Nebulosa do Ovo Podre - quando combinado com outros, o elemento produz um mau cheiro característico, que lembra o de um ovo estragado
"Por sorte, o fenômeno acontece a 5 mil anos-luz da Terra, na constelação de Puppis (ou Popa)", diz, com bom humor, a ESA em uma nota sobre a descoberta

'Num piscar de olhos' 


Os jatos de gás - que aparecem em amarelo - e a poeira cósmica são liberados em direções opostas a uma velocidade de um milhão de quilômetros por hora, explicam os cientistas
Os astrônomos dificilmente conseguem capturar essa fase da evolução das estrelas porque ela se dá "num piscar de olhos, em termos astronômicos", segundo a ESA. No cálculo dos cientistas, a nebulosa terá se desenvolvido completamente daqui mil anos.

As estrelas têm diferentes fases de evolução, que duram bilhões de anos. Quase no fim da vida, elas se transformam em gigantes vermelhas, que se tornam nebulosas planetárias e, por último, anãs brancas. Os astrônomos calculam que o Sol, por exemplo, se tornará uma gigante vermelha daqui cinco bilhões de anos

Quando isso ocorrer, afirmam os cientistas, ele ficará 200 vezes maior e deverá "engolir" os planetas do Sistema Solar, entre eles a Terra

Fonte: noticias.uol

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Telescópio Alma encontra poeira estelar mais antiga do Universo.

Usando o telescópio Alma, do ESO (Observatório Europeu do Sul), pesquisadores detectaram uma enorme quantidade de poeira estelar brilhante em uma galáxia observada quando o Universo tinha apenas 4% da sua idade atual.

A galáxia foi observada pouco depois da formação e é a mais distante onde já se detectou poeira
As observações também mostraram a mais distante detecção de oxigênio no Universo
Uma equipe internacional de astrônomos, liderada pelo cientista Nicolas Laporte, da University College London observou a A2744_YD4, a galáxia mais jovem e mais distante já alcançada pelo aparelho

Os pesquisadores conseguiram observar a galáxia porque ela se encontra atrás de um aglomerado de galáxias chamado Abell 2744, um objeto massivo, situado a 3,5 bilhões de anos-luz de distância
Por conta de um fenômeno chamado lente gravitacional, o aglomerado atua como um "telescópio" cósmico gigante capaz de ampliar cerca de 1,8 vezes a galáxia A2744_YD4 permitindo que os astrônomos possam observá-la no universo primordial

Quando a Galáxia tinha apenas 600 milhões de anos Usando dados do instrumento X-shooter, montado próximo ao conjunto de telescópios que formam o VLT, os cientistas confirmaram que se trata de uma

galáxia de quando o Universo tinha apenas 600 milhões de anos de idade. Nessa época, as primeiras estrelas e galáxias ainda estavam se formando --para se ter uma ideia, os humanos apareceram na Terra 13 bilhões de anos mais tarde
Segundo os pesquisadores, a A2744_YD4 não é apenas a galáxia mais distante já observada pelo Alma, mas a detecção de tanta poeira também indica que supernovas primordiais liberaram a poeira cósmica da galáxia

A poeira cósmica é composta por silício, carbono e alumínio, em grãos muito pequenos, com dimensões de uma milionésima parte de centímetro. Os elementos químicos destes grãos são formados no interior das estrelas e libertados para o meio quando elas morrem em espetaculares explosões de supernovas, o destino final das estrelas com vidas curtas

No universo atual estas poeiras existem em grandes quantidades, constituindo peças fundamentais na formação de estrelas, planetas e moléculas complexas; no entanto no universo primordial, antes da primeira geração de estrelas ter morrido, a poeira era bastante escassa. Durante as observações, os pesquisadores também detectaram a emissão brilhante de oxigênio ionizado vinda de A2744_YD4. Trata-se da mais longínqua, e consequentemente mais antiga, detecção de oxigênio feita até hoje, ultrapassando o resultado obtido em 2016

Esta imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA mostra o rico aglomerado de galáxias Abell 2744. Mas muito além do aglomerado, quando o universo tinha apenas 660 milhões de anos de idade, encontra-se a galáxia A2744_YD


Os pesquisadores acreditam que a A2744_YD4 possua uma quantidade de poeira equivalente a 6 milhões de vezes a massa do nosso Sol, enquanto a massa estelar total da galáxia seja o equivalente a 2 bilhões de vezes a massa solar

Os pesquisadores ressaltam que o Sol, a Terra e a existência humana surgiram 13 bilhões de anos mais tarde do que esta primeira geração de estrelas. Ao estudar a sua formação, vida e morte, é possível explorar a origem humana

Fonte: noticias.uol.

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Usando o telescópio Alma, do ESO (Observatório Europeu do Sul), pesquisadores detectaram uma enorme quantidade de poeira estelar brilhante em uma galáxia observada quando o Universo tinha apenas 4% da sua idade atual. A galáxia fo... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/03/08/telescopio-alma-encontra-poeira-estelar-mais-antiga-do-universo.htm?cmpid=copiaecola
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Telescópio Alma encontra poeira estelar mais antiga do Universo... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/03/08/telescopio-alma-encontra-poeira-estelar-mais-antiga-do-universo.htm?cmpid=copiaecola
Telescópio Alma encontra poeira estelar mais antiga do Universo... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/03/08/telescopio-alma-encontra-poeira-estelar-mais-antiga-do-universo.htm?cmpid=copiaecola
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Nanorobos poderia ser uma ameaça ?

Imagine pequenas aranhas robôs andando dentro de suas veias. Pode parecer parte de uma ficção científica, mas cientistas da Universidade...